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Peru, Jordânia e Hong Kong retiram restrições de exportação à carne de aves brasileira

Peru, Jordânia e Hong Kong retiraram as restrições à exportação de carne de aves do Brasil nesta terça-feira (15). A decisão foi tomada após a conclusão do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a medida representa um avanço significativo para o setor avícola brasileiro.

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Além disso, o Kuwait reduziu as restrições que anteriormente abrangiam todo o estado do Rio Grande do Sul, limitando-as agora apenas ao município de Montenegro. Essa mudança reflete uma melhora na situação sanitária da região, permitindo uma retomada parcial das exportações.

Situação Atual das Exportações

Atualmente, diversos países não impõem restrições à carne de aves brasileira. Entre eles estão África do Sul, Argélia, Argentina, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Cuba, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Iraque, Jordânia, Hong Kong, Lesoto, Líbia, Marrocos, Mauritânia, México, Mianmar, Montenegro, Paraguai, Peru, República Dominicana, Reino Unido, Singapura, Sri Lanka, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.

Por outro lado, alguns países mantêm a suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil, como Albânia, Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Timor-Leste e União Europeia.

Há também países que restringem as exportações apenas ao estado do Rio Grande do Sul, como Angola, Arábia Saudita, Armênia, Bahrein, Bielorrússia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Namíbia, Omã, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão, Turquia e Ucrânia.

Alguns países, como Catar e Kuwait, limitam a suspensão ao município de Montenegro. Já o Japão restringe as exportações aos municípios de Montenegro, Campinápolis e Santo Antônio da Barra.

Por fim, países como Maurício, Nova Caledônia, São Cristóvão e Nevis, Suriname e Uzbequistão adotam a regionalização, reconhecendo zonas específicas conforme o Código Terrestre da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e o Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC).

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