Bruno Cantini
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Minas Gerais reconhece oficialmente cordão de fita de identificação para pessoas com doenças raras

O Governo de Minas Gerais anunciou o reconhecimento oficial do cordão de fita de identificação para pessoas com doenças raras. A medida foi formalizada pela Lei nº 25.351, publicada no Diário Oficial de Minas Gerais, e visa promover maior visibilidade e melhores condições de atendimento para essa população, estimada em cerca de 15 milhões de pessoas no Brasil.

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De acordo com o Governo de Minas, o secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, destacou que a lei representa um gesto de empatia com os doentes raros e seus familiares. “Nossa primeira intenção é chamar a atenção”, afirmou Aro, ressaltando a importância de dar prioridade a essas pessoas em atendimentos públicos e privados.

O evento de anúncio contou com a presença do deputado estadual Zé Guilherme, autor do projeto de lei, e de outras autoridades, como a defensora Pública-Geral, Raquel Gomes de Sousa da Costa Dias. O secretário também mencionou outras iniciativas do Estado para melhorar a assistência a pessoas com doenças raras, como a ampliação do teste do pezinho e investimentos nas Apaes.

Visibilidade

O cordão de identificação possui o desenho de mãos coloridas sobrepostas por uma silhueta humana, simbolizando humanidade e apoio. Daniela Pereira, mãe de Anthony Santos, comemorou a nova lei, afirmando que o cordão é uma conquista para dar visibilidade à causa das doenças raras.

Os cordões serão distribuídos por associações credenciadas pelo Governo de Minas, que também realizará campanhas de conscientização sobre o símbolo. O uso do cordão é opcional, mas, mesmo com ele, a pessoa deverá apresentar documentação comprobatória quando solicitado.

Inclusão e atenção à saúde

O reconhecimento do símbolo oficial facilita a identificação e comunicação entre pacientes e profissionais de saúde, promovendo um atendimento mais humanizado. A ação reforça a importância da inclusão social e da sensibilização para as dificuldades enfrentadas por pessoas com doenças raras.

O símbolo foi criado pela Eurordis, a Organização Europeia para Doenças Raras, e agora é oficialmente reconhecido em Minas Gerais.

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