Em 25 de julho, data que marca o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, o videocast “Vozes da Extensão” promoveu uma discussão sobre as experiências de mulheres negras. A convidada foi Cinda Airá, jornalista, relações públicas, empresária e ativista, que compartilhou sua trajetória e desafios enfrentados.
De acordo com o IFMG, a conversa foi conduzida por Marie Luce Tavares, coordenadora de Cultura, Esporte e Lazer da Pró-reitoria de Extensão, e Beatriz Bastos Borges, responsável pelas ações étnico-raciais. Cinda destacou a importância da data como um momento de conscientização e valorização das lutas das mulheres negras. Ela também é liderança do Centro de Umbanda Nanã e Yemanja e Manzo Ndanji Kyanda.
Trajetória e desafios
Durante o programa, foram abordados temas como o papel do matriarcado negro, a presença de mulheres negras em ambientes acadêmicos e profissionais, e a relevância das políticas públicas. Cinda relatou que sua carreira começou como assessora acadêmica e evoluiu para a criação de uma empresa de eventos técnico-científicos em 2009.
Ela explicou que, ao se reconhecer como mulher preta, sua trajetória profissional passou por transformações significativas. “Quando me descobri uma mulher preta, eu comecei a também conduzir a minha trajetória profissional neste lugar”, afirmou. Hoje, sua equipe é composta majoritariamente por mulheres pretas, refletindo o compromisso com a diversidade e a inclusão.
A íntegra da conversa está disponível no YouTube, no canal IFMG Play. Assista neste link.
