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Curso sobre educação Étnico-racial e Quilombola começa em 25/8

O curso de Extensão, Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola terá início em 25 de agosto. Lançado em 2024, o curso é oferecido pelo Ministério da Educação (MEC), através da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

De acordo com informações do MEC, o curso tem como objetivo promover o letramento racial de profissionais da educação básica, além de contribuir para a formação de professores e gestores conforme os princípios da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e educação escolar quilombola (EEQ). A formação busca desenvolver conhecimentos e práticas pedagógicas que valorizem as tradições, culturas e línguas ancestrais ligadas à presença negra e quilombola no Brasil.

Estrutura e Metodologia do Curso

Com uma carga horária total de 120 horas e uma oferta inicial de 150 mil vagas, o curso será totalmente a distância. A Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) coordena a formação, que será oferecida em 43 instituições de ensino superior como parte dos Cursos Nacionais do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Atualmente, a formação dos tutores e a finalização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) estão em andamento.

O curso é dividido em quatro módulos: Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro; Culturas e Territorialidades; Educação Antirracista na Prática; e Gestão Democrática para a Diversidade. A iniciativa está alinhada com a Lei 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira na educação básica do país.

Durante a formação, serão discutidos sistemas de avaliação e a criação de projetos políticos pedagógicos, além do desenvolvimento de uma proposta educacional antirracista. Essa proposta inclui atividades pedagógicas que visam transformar o ambiente escolar e as relações entre professores, alunos e a comunidade.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

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