O Governo de Minas anunciou a expansão do projeto Trajeto Moda para 122 municípios até o final de 2026. A iniciativa visa atender mais de 1,7 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo o desenvolvimento social e a moda sustentável.
De acordo com o Governo do Estado, o governador Romeu Zema divulgou a ampliação do projeto em Belo Horizonte, em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Casa Civil (SCC). O projeto é coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).
O Trajeto Moda oferece formação gratuita em técnicas de corte e costura, empreendedorismo e gestão de negócios, com foco no reaproveitamento de materiais. As alunas têm acesso a cursos de Inteligência Emocional, Cidadania, Empreendedorismo, Associativismo e Cooperativismo, Educação Financeira e Precificação, Segmento de Moda, Economia Circular e Manutenção de Máquinas.
Expansão e Investimentos
Durante a cerimônia de anúncio, foram entregues simbolicamente 779 máquinas de costura para 30 municípios já beneficiados pelo projeto. O evento também contou com homenagens às alunas e um desfile com peças confeccionadas por elas.
O Trajeto Moda, criado em 2021, já atendeu 644 mulheres em 47 municípios, incluindo Almenara, Rio Vermelho, Buritizeiro, Januária, Coluna, Governador Valadares, Belo Horizonte, Ouro Branco e Ribeirão das Neves. Inicialmente, o projeto previa alcançar 92 municípios até 2026, mas com a nova parceria, mais 30 cidades serão incluídas, totalizando 122 municípios.
O Governo de Minas investirá R$ 17 milhões no projeto desde 2021, com recursos destinados a máquinas, capacitações e assessoramento técnico. A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, destacou que o programa vai além de um curso profissionalizante, resgatando a habilidade socioemocional das mulheres atendidas.
O Trajeto Moda conta com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MG), do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Industrial (Senai-MG), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Instituto Cultural Boa Esperança (ICBE), que garantem a qualidade da qualificação profissional oferecida.
