O Ministério da Saúde finalizou uma série de treinamentos com estados e municípios para fortalecer a vigilância de doenças crônicas e agravos não transmissíveis. Desde 2024, foram realizadas quatro Oficinas Regionais, com a participação de cerca de 250 profissionais. A última oficina contou com representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
De acordo com o Ministério da Saúde, durante as oficinas, foi ressaltada a importância do Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030. O plano inclui 226 ações estratégicas que envolvem a União, estados e municípios, com metas como a redução em um terço da mortalidade prematura por doenças crônicas até 2030, a diminuição de 10% no consumo abusivo de álcool e o aumento de 40% do percentual de municípios notificantes no sistema VIVA/Sinan.
Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, a oficina consolida uma agenda nacional que une prevenção, promoção da saúde e integração de esforços locais. “As doenças crônicas não transmissíveis, bem como as violências e acidentes, estão entre as principais causas de morte no Brasil. O fortalecimento da vigilância e a cooperação entre estados e municípios são essenciais para que possamos avançar no cumprimento das metas do Plano de DANT”, afirmou.
Resultados e Compartilhamento de Experiências
Os encontros também apresentaram resultados como o lançamento do Caderno de Indicadores do Plano de DANT e estudos sobre a capacidade institucional das secretarias estaduais e municipais. Além disso, serviram como espaço para o compartilhamento de experiências bem-sucedidas que poderão ser replicadas em outras regiões.
Com a oficina voltada para as regiões Sul e Sudeste, o Ministério da Saúde conclui o ciclo de encontros regionais iniciado em 2024, reafirmando o compromisso de alinhar as estratégias nacionais às metas da Agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável.
