Posicionamento para contração isométrica voluntária máxima. (Imagem: Reprodução/Tese)Dennis William Abdala – pesquisador do estudo. (Foto: Arquivo/Dicom)Leonardo César Carvalho – professor que orientou a pesquisa. (Foto: Arquivo Pessoal)Figura extraída da tese do autor.Figura extraída da tese do autor
8916-agenciamg

Aplicativo desenvolvido por pesquisadores pode identificar e corrigir desequilíbrios musculares

Pesquisadores da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) desenvolveram um aplicativo chamado Repetição Máxima (RM), que tem a capacidade de identificar e corrigir desequilíbrios entre músculos agonistas e antagonistas em articulações. A tecnologia também orienta sobre o treinamento mais adequado para restaurar o equilíbrio muscular, quando necessário. A pesquisa foi conduzida por Dennis William Abdala, sob orientação do professor Leonardo César Carvalho, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação (PPGCR) da UNIFAL-MG.

Advertisement

Os músculos agonistas são responsáveis pelo movimento, enquanto os antagonistas se opõem a ele. Durante a pesquisa, 27 adultos jovens participaram de testes de resistência muscular localizada, realizados entre março e setembro de 2023. Os dados coletados foram inseridos no aplicativo RM, que foi configurado para identificar possíveis desequilíbrios musculares. De acordo com Dennis Abdala, os resultados preliminares são promissores, mostrando que é possível avaliar músculos de forma acessível e rápida.

Resultados e Potencial do Aplicativo

Os resultados do aplicativo foram comparados com testes complementares, como eletromiografia, célula de carga e baropodometria. Segundo Abdala, o aplicativo oferece uma alternativa prática e econômica aos aparelhos isocinéticos, que são caros e de acesso limitado. O estudo sugere que o aplicativo pode facilitar intervenções mais precisas para aqueles que necessitam de tratamento.

Os pesquisadores destacam a importância de ampliar a amostra de participantes para validar os achados iniciais e ajustar os parâmetros do aplicativo. A pesquisa foi parcialmente financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e gerou três artigos publicados no Journal of Bodywork and Movement Therapies.

Para mais informações sobre a pesquisa e o aplicativo, acesse o Jornal UNIFAL-MG.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *