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Trabalhos de pavimentação e restauração em andamento na MG-170 entre Pimenta e Guapé

Trabalhos de pavimentação e restauração estão em andamento na MG-170, no trecho entre Pimenta e Guapé, em Minas Gerais. As obras, autorizadas pelo Governo de Minas em 27 de junho, abrangem 15,2 quilômetros da rodovia, com investimentos de aproximadamente R$ 68 milhões. Os recursos são provenientes do Tesouro Estadual e do Acordo de Brumadinho.

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Segundo o Governo de Minas, as intervenções incluem a recuperação do asfalto existente, pavimentação de trechos não pavimentados e complementação de pontes. A expectativa é que a obra seja concluída até o próximo ano, beneficiando diretamente mais de 20 mil habitantes dos municípios de Pimenta e Guapé. A rodovia facilitará a conexão das regiões Sul e Sudoeste de Minas, ligando-as à BR-265 e à MG-050, o que deve impulsionar o desenvolvimento local, especialmente nos setores agrícola e turístico.

As obras estavam paralisadas desde 2014, e a população aguardava há 30 anos pela pavimentação completa do trecho. O eletricista Fharlley Gonçalves Barbosa, de Guapé, expressou satisfação com o progresso, destacando os benefícios para o turismo. “É um sonho que estamos realizando”, afirmou.

Detalhes da Obra

De acordo com o diretor-geral do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Novais, o projeto está dividido em dois lotes. O Lote 1 contempla a melhoria de 2,72 quilômetros em segmentos descontínuos e a complementação de duas pontes. Já o Lote 2 prevê a pavimentação de 12,48 quilômetros contínuos, além de sinalização e obras de drenagem.

O prazo de execução do contrato é de 450 dias consecutivos, e a obra está gerando cerca de cem empregos diretos e outros 400 indiretos. As intervenções fazem parte do programa Caminhos pra Avançar, que visa melhorar a infraestrutura rodoviária do estado.

O Acordo Judicial de Reparação de Brumadinho, que financia parte das obras, foi firmado entre o Governo de Minas, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPMG) e a empresa Vale S.A, com mediação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), após o rompimento das barragens da Vale em Brumadinho.

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