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O Projeto Fica, lançado em junho pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), está transformando a rotina da Escola Municipal Maria de Magalhães Pinto, na Regional Pampulha, para combater a evasão escolar. Atualmente, 41 estudantes do 1º ao 9º ano participam da iniciativa.
De acordo com a Smed, a escola dividiu os alunos em dois turnos (matutino e vespertino), com atendimentos duas vezes por semana a cada 15 dias. Eles realizam atividades planejadas pelo projeto e, em caso de faltas, são contatados pela equipe.
O programa segue a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº 9.394/96), que define a frequência mínima como critério de avaliação. O foco são alunos do ensino fundamental com mais de 20% de faltas.
Como funciona o projeto
Quando um estudante ultrapassa o limite de faltas, o Projeto Fica é acionado. A iniciativa inclui monitoramento de frequência, planos de estudo individualizados, apoio pedagógico e envolvimento das famílias. O objetivo é identificar as causas da infrequência e oferecer soluções personalizadas.
Os primeiros dados consolidados sobre o número de atendidos e equipes envolvidas serão divulgados no fim do ano letivo de 2025. Até lá, o trabalho continua com foco na prevenção da evasão e redução de desigualdades educacionais.
“Não queremos apenas contabilizar faltas. É fundamental entender o que leva o estudante a se afastar e agir de forma humanizada para trazê-lo de volta”, afirma André Luís Alves, gerente de Recomposição das Aprendizagens da Smed.
Segundo ele, a iniciativa busca inclusão. “Ao oferecer oportunidades de recomposição, estamos construindo um futuro mais justo e equitativo para nossos jovens”, completa. O projeto visa assegurar o direito à educação e proteger crianças e adolescentes de situações de vulnerabilidade.
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