Imagem ilustrativa. (Foto: Reprodução/Canva Education)Parte do grupo que participou da pesquisa: o professor Sinézio Inácio da Silva Júnior e a professora Olga Luisa Tavano (última à direita) em registro feito junto às acadêmicas, com a arte da capa da revista. (Foto: Arquivo/Olga Tavano)
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Germinação rápida de grão-de-bico pode elevar valor nutricional

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Uma pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Longevidade (PPGNL) da UNIFAL-MG mostrou que a germinação rápida do grão-de-bico pode aumentar seu valor nutricional. O estudo foi publicado na revista ACS Omega Journal e destacado na capa da edição de junho de 2025.

De acordo com a pesquisa, hidratar e germinar os grãos por curtos períodos melhora a qualidade nutricional e funcional do alimento. O processo aumenta a digestibilidade das proteínas e a presença de compostos bioativos, como flavonoides e peptídeos.

Parte do grupo que participou da pesquisa: o professor Sinézio Inácio da Silva Júnior e a professora Olga Luisa Tavano (última à direita) em registro feito junto às acadêmicas, com a arte da capa da revista. (Foto: Arquivo/Olga Tavano)

O estudo foi desenvolvido no mestrado de Juliana Alves Diniz, com orientação dos professores Olga Luisa Tavano e Sinézio Inácio da Silva Júnior. A equipe incluiu outros quatro egressos do curso de Nutrição da UNIFAL-MG.

Segundo a professora Olga Tavano, a germinação por apenas um dia já mostrou resultados significativos. “O processo provoca alterações nos grãos, como a hidrólise de proteínas, aumentando sua solubilidade e digestibilidade”, explicou.

Bebidas vegetais mais nutritivas

A pesquisa também analisou bebidas feitas com grãos-de-bico germinados. Esses produtos apresentaram maior ação antioxidante, ajudando a proteger as células contra danos.

O estudo ainda destacou a importância da hidratação prévia dos grãos, conhecida como remolho. De acordo com os pesquisadores, o processo pode influenciar não apenas na remoção de compostos indesejáveis, mas também na ativação de mudanças bioquímicas.

Capa da edição da revista ACS Omega que destacou a pesquisa. (Reprodução)

O artigo completo está disponível neste link. A capa da revista pode ser visualizada aqui.

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