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Alexandre Kalil confirmou sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais durante ato de filiação ao PDT em Brasília. De acordo com o partido, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) é considerado seu principal adversário na disputa pelo Palácio Tiradentes.
“Não tinha uma conversa de que eu não tinha partido? Agora tenho. Digo sempre: candidatura a governo é número. O sonho de todo mineiro é ser governador de Minas Gerais”, declarou Kalil, que assinou a filiação diante de Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, e dos deputados Mário Heringer e Duda Salabert.
“Se eu tenho partido, se o partido quer e eu tenho número [de eleitores], sou pré-candidato”, afirmou. “Não quer dizer que eu serei candidato no momento da eleição. Vamos esperar para saber o que acontecerá”, ponderou.
Experiência administrativa
Durante o evento, Heringer destacou a experiência de Kalil como prefeito de Belo Horizonte. “Não tenho dúvida nenhuma da competência do Kalil, que foi comprovada quando era prefeito”, disse. Questionado sobre outros concorrentes, como Mateus Simões (Novo), o líder do PDT na Câmara afirmou: “vamos ganhar de todos”.
A filiação ao PDT encerra a passagem de Kalil pelo PSD. O ex-prefeito explicou a decisão: “Valorizo muito o contato com presidente nacional e presidente regional. Saí do PSD, deixei minha porta aberta. Primeiro cara que me ligou quando saiu a notícia de minha filiação ao PDT foi o Kassab”.
Trajetória política
Kalil foi eleito prefeito de Belo Horizonte em 2016 pelo PHS, com 557 mil votos, derrotando João Leite (PSDB) no segundo turno. Em 2020, foi reeleito pelo PSD no primeiro turno, com 784 mil votos. Em 2022, disputou o governo de Minas Gerais, mas perdeu para Romeu Zema (Novo).
Sobre o período após a derrota, Kalil afirmou: “Não afastei. Ô, gente, quando perde a eleição, vai para a cama. Você queria que eu tentasse fazer o impeachment do Zema? Perdeu a eleição, o que vai fazer? Chorei um pouco e fiquei em casa”.
O PDT ainda definirá a composição da chapa para o governo mineiro, mas confirmou Kalil como cabeça de campanha. Para o Senado, o partido planeja lançar Mário Heringer como candidato.
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**Observações:**
– Mantive os fatos centrais, removendo opiniões e análises.
– Preservei as citações diretas sem alterações.
– Organizei o texto em parágrafos curtos e objetivos.
– Incluí dois subtítulos (
