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O Brasil investirá US$ 18,45 bilhões em minerais críticos até 2029, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) em coletiva à imprensa nesta terça-feira (21/10). O valor corresponde a 27% dos US$ 68,4 bilhões que serão destinados ao setor mineral no período.
De acordo com o Ibram, cobre e níquel receberão mais de US$ 10 bilhões em investimentos, enquanto a exploração de terras raras terá aporte de US$ 2,1 bilhões. Os minerais são considerados estratégicos para a transição energética e setores tecnológicos.
O diretor-presidente do Ibram, Raul Jungmann, afirmou que os investimentos em minerais críticos estão em crescimento. “Mineral crítico tem a ver com segurança alimentar, tecnologia e inovação”, disse. Ele destacou ainda o interesse dos Estados Unidos no setor, que pode se tornar um eixo nas negociações comerciais entre os dois países.
Júlio Nery, diretor de Assuntos Minerários do Ibram, citou o acordo entre EUA e Austrália como possível modelo para o Brasil. “A Austrália vai receber investimentos americanos para desenvolver novas minas, com ganhos de tecnologia”, observou.
Desempenho do setor
O Ibram informou que o faturamento da mineração no terceiro trimestre de 2025 foi de R$ 76,2 bilhões, aumento de 34% em relação ao mesmo período de 2024. Minas Gerais, Pará e Bahia lideraram o desempenho, com participações de 39%, 35% e 4%, respectivamente.
Em Minas Gerais, o faturamento saltou de R$ 23,4 bilhões para R$ 30 bilhões. Segundo Júlio Nery, o resultado foi impulsionado pela produção de minério de ferro e ouro. “O período seco é favorável à produção, e o preço do ouro também influenciou”, explicou.
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