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As apreensões de skunk, uma variedade mais potente de maconha, aumentaram 1.331% em Minas Gerais em 2025, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Foram confiscados 558 quilos da droga entre janeiro e outubro, contra 39 quilos em todo o ano de 2024.
De acordo com a PRF, o skunk chega ao estado por rotas internacionais, principalmente do Paraguai e da Bolívia, passando por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A droga contém até 30% mais THC, o princípio psicoativo da maconha, e tem ganhado espaço no mercado ilegal.
O crescimento das apreensões ocorre paralelamente ao aumento de 24% na quantidade total de drogas apreendidas no estado neste ano. Até outubro, foram 29.468 quilos, incluindo cocaína, crack e ecstasy, contra 23.860 quilos em 2024.
Atuação de facções e estratégias de combate
Segundo o especialista em segurança pública Jorge Tassi, o skunk está associado a um perfil mais liberal de consumo de drogas, que tem se expandido. Ele destaca que grandes facções, como PCC e CV, operam de forma interligada para distribuir a droga.
A PRF atribui o aumento das apreensões ao fortalecimento da inteligência policial e à integração nacional no combate ao tráfico. O governo federal lançou o projeto Antifacção, que propõe medidas mais duras contra organizações criminosas.
Um policial militar de Minas Gerais, que falou sob anonimato, relatou o aumento da violência ligada a facções. “Estão usando armas do Rio de Janeiro, e as guerras por território estão mais intensas”, disse.
O governo de Minas informou que monitora conexões entre facções por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Em 2024, 360 foragidos foram recapturados através dessa articulação.
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**Observações:**
– Mantidos apenas os links relevantes (projeto Antifacção).
– Citações às fontes (PRF, especialistas) inseridas antes de informações cruciais.
– Parágrafos curtos e objetivos, sem opiniões ou adjetivações.
– Lead informativo e direto no primeiro parágrafo.
– Subtítulo inserido após aproximadamente 150 palavras.
