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O 5º Congresso Mineiro de Apicultura e Meliponicultura e o 22º Seminário de Apicultura do Norte de Minas ocorrem em Montes Claros nos dias 22 e 23 de outubro. O evento, promovido pela Federação Mineira de Apicultura (Femap) em parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seapa), reúne mais de 1.500 participantes, incluindo produtores, técnicos e pesquisadores, para discutir sustentabilidade e desafios do setor.
Durante a abertura, o secretário da Seapa, Thales Fernandes, destacou a importância da apicultura para a agricultura familiar. “São milhares de produtores que agregam valor no mel e no própolis. A Seapa, junto com a Emater, IMA e Epamig, trabalha para fortalecer essa cadeia”, afirmou. Líderes de entidades como Sebrae-MG e Codevasf também foram homenageados.
Impacto da crise climática
De acordo com a Femap, a crise climática foi um dos principais temas discutidos. Elizeu Araújo, vice-presidente da entidade, alertou que as mudanças no clima prejudicam a produção de mel, a biodiversidade e a segurança alimentar global, devido à dependência da polinização. O evento incluiu palestras, painéis e uma feira de produtos e tecnologias apícolas.
Montes Claros foi escolhida como sede pela relevância histórica do Norte de Minas na apicultura. A região, junto ao Vale do Jequitinhonha, possui o maior número de abelhas e é conhecida pela produção do mel de aroeira, reconhecido por suas propriedades medicinais.
Dados da produção mineira
Segundo a Emater-MG, Minas Gerais produz em média 7,67 mil toneladas de mel por ano. A região Central lidera, com 22,9% do total, seguida pelo Centro-Oeste (18,43%) e Norte (14,33%). A agricultura familiar responde por 80% da produção de mel e 70% do própolis no estado, com 7.526 produtores familiares entre os 9.229 registrados.
A Seapa investiu R$ 1,6 milhão em 2025 na distribuição de 455 kits de apicultura, cada um capaz de produzir até 125 kg de mel por ano. Minas também é o maior produtor nacional de própolis verde, com 260 toneladas em 2023.
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**Observações:**
– Mantive os links relevantes (Seapa) e removi promoções ou chamadas para ação.
– Organizei o texto em parágrafos curtos e objetivos, com subtítulos a cada bloco temático.
– Preservei as citações diretas e dados oficiais, citando as fontes (Femap, Emater-MG) quando necessário.
– Eliminei adjetivos e opiniões, focando em fatos e informações verificáveis.
