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O governo de Minas Gerais encaminhou um ofício à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) com diretrizes para viabilizar a desestatização da empresa. O documento foi divulgado nesta quarta-feira (5/11), horas após a Assembleia Legislativa aprovar, em segundo turno, a PEC que elimina a obrigatoriedade de consulta popular para venda da estatal.
De acordo com o governo mineiro, o ofício orienta o conselho de administração da Copasa a iniciar análises de pré-viabilidade, estudos e diligências necessárias para a eventual privatização. O processo inclui levantamentos sobre modelagem operacional e avaliação econômico-financeira da empresa.
O documento, assinado pelo secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Frederico Amaral e Silva, determina que a Copasa contrate consultores especializados para auxiliar na estruturação do processo. O governo também destacou a necessidade de transparência nas informações repassadas aos municípios atendidos pela companhia.
Segundo o ofício, a comunicação não representa um ato formal de desestatização, que ainda depende de autorização legislativa e deliberações do acionista controlador, no caso, o governo estadual. A medida ocorre paralelamente à tramitação do PL 4380/2025, que autoriza a venda da empresa e está na Comissão de Constituição e Justiça da ALMG.
A oposição na Assembleia Legislativa afirmou que irá se mobilizar para barrar a privatização. “Foi por um voto que calaram a boca da participação popular. Agora vamos barrar o projeto de privatização”, declarou a deputada Ana Paula Siqueira (Rede).
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