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O Ministério da Saúde lançou o Plano de Contingência Nacional para Emergências em Saúde Pública por Chuvas Intensas e Desastres Associados. O documento estabelece diretrizes para a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) em situações como inundações, enxurradas, alagamentos e deslizamentos.
De acordo com o Ministério da Saúde, o plano tem como objetivo fortalecer a resposta do setor saúde, reduzir impactos na população e aprimorar a preparação e vigilância em todo o país. O documento define protocolos e estratégias operacionais baseados em cinco níveis de alerta: normalidade, mobilização, alerta, emergência e crise.
Articulação intersetorial
O plano destaca a importância da integração entre União, estados e municípios, além da cooperação com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e órgãos de defesa civil.
Entre as ações previstas estão o monitoramento de riscos ambientais, a intensificação da vigilância epidemiológica e sanitária, o apoio logístico com medicamentos e insumos estratégicos, e a atuação da Força Nacional do SUS (FN-SUS) em áreas afetadas.
O documento também orienta sobre a proteção de populações vulneráveis, como crianças, idosos, gestantes, povos indígenas, comunidades tradicionais, pessoas com deficiência e população em situação de rua.
Segundo Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, o plano reforça o compromisso com a preparação e resposta a emergências climáticas. “O aumento da frequência e da intensidade das chuvas exige ações coordenadas e planejamento antecipado”, afirmou.
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