O controle de doenças crônicas e hábitos saudáveis ajudam a prevenir o AVC (Imagem: Studio Romantic | Shutterstock)
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Como reconhecer e agir em casos de AVC

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Sorriso torto, fraqueza súbita no braço ou perna e dificuldade para falar são os três sinais clássicos de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em 2024, a condição foi responsável por 85.427 mortes no Brasil, segundo registros de atestados de óbito.

De acordo com o neurocirurgião Hugo Doria, do Hospital Santa Catarina – Paulista, a hipertensão é o principal fator de risco para o AVC, mas também um dos mais negligenciados. “A hipertensão é silenciosa, mas responde muito bem ao tratamento quando há adesão e acompanhamento médico”, afirma.

Outros fatores de risco incluem tabagismo, diabetes, sedentarismo, colesterol alto, consumo de álcool e uso de drogas ilícitas. A fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca, também pode levar à formação de coágulos que obstruem vasos cerebrais, causando AVC isquêmico.

Tipos de AVC e sintomas

O AVC isquêmico, causado por obstrução de vasos, é o tipo mais comum. Já o AVC hemorrágico ocorre devido à ruptura de vasos sanguíneos, muitas vezes associada a aneurismas ou malformações arteriovenosas. “Essas lesões podem ser diagnosticadas antes de uma ruptura”, explica Doria.

Reconhecer os sintomas rapidamente é crucial. Além dos sinais clássicos, outros indícios incluem perda súbita de visão, dor de cabeça intensa e desequilíbrio. “Tempo é cérebro. Cada minuto de atraso representa a perda de milhões de neurônios”, alerta o especialista.

Atendimento imediato e prevenção

Diante de qualquer sinal de AVC, a recomendação é acionar imediatamente o SAMU pelo número 192. O tratamento precoce, como a trombólise, pode dissolver coágulos e reduzir sequelas. A janela terapêutica ideal para esse procedimento é de até 4,5 horas após o início dos sintomas.

Segundo Doria, cerca de 90% dos casos de AVC poderiam ser evitados com controle da pressão arterial, tratamento de arritmias e prática regular de atividade física. O médico também destaca a importância de ampliar o acesso a centros de referência para tratamento especializado.

Pacientes que já sofreram um AVC devem manter acompanhamento médico rigoroso. “Quem abandona o tratamento da hipertensão, deixa o diabetes descompensado ou continua fumando tem risco muito maior de sofrer um novo AVC”, afirma.

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