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Expectativa e ceticismo na duplicação da BR-381

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A duplicação da BR-381 entre Belo Horizonte e Caeté, prevista para começar em 2026, gera expectativa e ceticismo entre moradores e usuários da rodovia. O trecho de 36 km, sob responsabilidade do DNIT, é considerado um dos piores pelos motoristas devido ao tráfego intenso e aos constantes acidentes.

De acordo com o DNIT, as obras no lote 8B, entre Ravena e Caeté, devem ser concluídas em três anos. No entanto, usuários da via duvidam do cumprimento do prazo. O caminhoneiro Wagner Costa, que trafega pelo local desde 2012, afirma que o trecho é “insuportável” à tarde e prevê atrasos nas obras.

Moradores das margens da rodovia também expressam desconfiança. Herivelto Brenner, frentista há quatro anos em um posto local, relata que acidentes são frequentes e que promessas de duplicação existem desde sua infância. Apesar disso, ele reconhece melhorias recentes, como a presença da concessionária Nova 381 no trecho.

Reassentamento de famílias

O DNIT e a Prefeitura de Belo Horizonte assinaram um termo para remover 2.000 famílias que vivem às margens da BR-381 em Sabará, Santa Luzia e na capital. A maioria será reassentada no bairro Capitão Eduardo. Uanderson dos Santos, morador da Vila da Luz desde 2002, aguarda a medição de seu imóvel pelo órgão.

O senador Carlos Viana (Podemos-MG) defendeu maior pressão sobre o governo federal para garantir recursos para a obra. Ele destacou a importância do ano eleitoral para manter o orçamento destinado à duplicação.

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