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Governo de Minas planeja privatização da Copasa

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O governo de Minas Gerais planeja privatizar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) para financiar investimentos obrigatórios no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). A proposta está em tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

De acordo com o vice-governador Mateus Simões (PSD), os recursos obtidos com a venda da estatal serão destinados a educação profissionalizante, infraestrutura e segurança. A previsão é que R$ 1,3 bilhão por ano sejam aplicados nessas áreas.

Segundo o governo estadual, a adesão ao Propag exige contrapartidas, como investimentos adicionais em setores específicos. A privatização da Copasa seria a alternativa escolhida para viabilizar esses gastos. O texto que autoriza a venda da companhia está em análise na ALMG.

Justificativas para a privatização

O vice-governador afirmou que a União não demonstrou interesse na Copasa, o que levou à opção pela desestatização. Questionado sobre outras alternativas, Simões citou a Cemig e a Codemig, mas defendeu que a Copasa seria a escolha mais adequada.

“Na nossa leitura, a venda da Copasa faz mais sentido porque a Copasa é, das nossas empresas públicas, a que pior atende a população, porque ela é lenta”, disse Simões. Ele destacou que empresas privadas de saneamento estão sujeitas ao marco regulatório do setor.

Enquanto a Copasa deve ser privatizada, o governo pretende federalizar a Cemig como parte do acordo com o Propag. A Codemig também está no plano, com a proposta de repasse de 5% de suas ações à Codemge.

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**Observações:**
– Mantive os links relevantes (Copasa, seminário e Cemig).
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– Inseri um subtítulo após o bloco inicial para melhorar a estrutura.
– Preservei as citações diretas do vice-governador sem alterações.

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