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Operação Caniço prende 13 pessoas em BH e Curitiba, incluindo líder de organização criminosa

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu 13 pessoas durante a Operação Caniço, realizada nesta terça-feira (18/11), em Belo Horizonte e Curitiba. Entre os detidos está um líder de organização criminosa com ligações ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação cumpriu 80 ordens judiciais e mirou quatro facções que atuavam no bairro Palmital, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de BH.

De acordo com a PCMG, as investigações começaram em agosto de 2024, após a divulgação de vídeos em redes sociais onde suspeitos exibiam armas de fogo em uma festa junina. O delegado Álvaro Huertas, chefe do Departamento de Operações Especiais (Deoesp), afirmou que o material ajudou a identificar integrantes e mapear a atuação das facções na região.

Segundo a polícia, o grupo tinha uma estrutura organizada, envolvida no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. As investigações apontaram que as facções usavam métodos sofisticados, como compartimentos submersos em navios, para ocultar drogas em operações portuárias.

“Conseguimos identificar que essas organizações lavavam dinheiro com grandes grupos criminosos. Elas vendiam drogas internacionalmente através de embarcações e portos”, explicou o delegado Huertas.

Entre os bens apreendidos estão sete veículos, três imóveis em Vespasiano e Contagem, um jet ski, joias, relógios e R$ 19 mil em espécie. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 16 milhões em contas ligadas aos suspeitos.

Das quatro organizações investigadas, três tiveram líderes presos. Um quarto suspeito ainda não foi localizado, mas, segundo a PCMG, novas diligências devem ser realizadas. A operação reforça a presença do Estado em áreas historicamente dominadas pelo crime organizado.

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Operação teve alcance nacional

Entre os presos, um foi detido em Curitiba, no Paraná, identificado como chefe de uma das gangues e com ligação ao PCC. A PCMG afirmou que a ação pode ter novas fases, dependendo do avanço das investigações.

“Seguimos investigando todas as organizações. Isso pode resultar em uma fase dois ou três desta operação, ou na abertura de nova investigação”, declarou o delegado Huertas.

As informações são do jornal O Tempo.

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