Marina Rosa no espetáculo "Caboclas", apresentado no Mês da Consciência Negra, na UNIFAL-MG. (Foto: Lili Quaglia) Marina Rosa é graduada em Biologia e iniciou a graduação na UNIFAL-MG. (Foto: Arquivo Pessoal/Marina Rosa)Marina Rosa durante a “Mostra de Animais Silvestres em Ambiente Urbano”, realizada na cidade de Caldas/MG, em 2022. (Foto: Arquivo/Marina Rosa)
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Marina Rosa marca 15 anos de carreira com discussões sobre racismo ambiental e ancestralidade

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A cantora e ativista socioambiental Marina Rosa celebra 15 anos de carreira com o espetáculo “Caboclas”, que discute racismo ambiental, ancestralidade e ação coletiva por meio da música. Ex-aluna do curso de Biologia da UNIFAL-MG, ela retornou à universidade para apresentar o projeto durante o Mês da Consciência Negra.

De acordo com informações do Jornal UNIFAL MG, o espetáculo combina performance musical, ativismo e reflexões sobre temas como degradação ambiental e direitos dos animais. A apresentação foi organizada pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) da instituição.

Marina Rosa destacou que o projeto “Caboclas” surgiu há três anos, durante um trabalho com mulheres em Caldas-MG. O coletivo reúne narrativas sobre conservação ambiental e questões sociais, traduzidas em canções autorais e releituras de compositores regionais.

Trajetória artística e acadêmica

A artista contou que iniciou a graduação em Biologia na UNIFAL-MG em 2010 e construiu parte de sua carreira musical em Alfenas. Ela afirmou que a universidade foi fundamental para seu desenvolvimento tanto profissional quanto artístico.

“A UNIFAL-MG não só fez, como faz parte da construção do que as pessoas vão poder vivenciar no show Caboclas”, disse Marina Rosa. Ela também mencionou espaços culturais da instituição, como o “Palquinho”, que incentivaram sua trajetória artística.

O repertório do espetáculo inclui músicas autorais e parcerias, como com o músico Felipe Fontão. Entre as canções está “Caboclas da Mantiqueira”, disponível no Spotify, que aborda a luta de mulheres negras, indígenas e quilombolas pela conservação ambiental.

Ativismo e arte integrados

Marina Rosa explicou que não separa sua atuação como bióloga e ativista de sua carreira musical. “Durante muito tempo, construí um muro: de um lado a Marina bióloga, do outro lado a Marina cantora. Com os anos, fui diminuindo esse muro”, afirmou.

O espetáculo já foi apresentado em diversas cidades, incluindo São Paulo, Pouso Alegre e Poços de Caldas. A artista destacou que as temáticas abordadas geram forte impacto emocional no público.

Ela também ressaltou a importância da extensão universitária como ponte entre a academia e a comunidade. “Valorizem a extensão: é o contato direto com a comunidade”, disse Marina, que desenvolveu projetos nessa área durante sua formação.

Mais informações sobre o trabalho de Marina Rosa podem ser encontradas no Instagram @mmarinarrosa e em seu perfil no Spotify.

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