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A 8ª edição do Novembro Negro na UFMG encerrou nesta segunda-feira (1º) com performances artísticas e debates sobre corporeidades negras na dança e literatura. O evento ocorreu no auditório da Reitoria, integrando a programação com o tema Epístemes, estéticas e subjetividades negras.
De acordo com a UFMG, a programação contou com a performance da arte-educadora Junia Bertolino, acompanhada por músicos. A artista, com três décadas de trajetória, apresentou “escrevivências” que exploram ancestralidade e identidade feminina através de dança e percussão ao vivo.
A Cia Baobá Minas, da qual Bertolino faz parte, destacou que a performance celebrou narrativas negras diversas. A apresentação combinou movimentos espiralares de dança com poemas e cantos.
Literatura e teatro negro
O professor Marco Antônio Alexandre ministrou a conferência Corporeidades, estéticas e subjetividades negras nas artes pretas e na literatura. Autor de obras sobre teatro negro, ele abordou a temática a partir de perspectivas interdisciplinares.
Alexandre coordena o Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade (Neia) na UFMG e é membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro. Sua pesquisa inclui estudos sobre performance e teatro latino-americano.
A edição deste ano do Novembro Negro teve programação colaborativa, com atividades propostas por estudantes, servidores e comunidade externa. O evento incluiu seminários, rodas de conversa e manifestações artísticas ao longo do mês.
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