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Qualidade da água na Lagoa da Pampulha está em nível ótimo segundo monitoramento

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A qualidade da água na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, foi classificada como “ótima” no último monitoramento realizado na estação do Pampulha Iate Clube (PIC). De acordo com o 10º Relatório Trimestral do Plano de Ação da Bacia da Pampulha, divulgado pela Copasa, o resultado reflete os avanços nas ações de despoluição e saneamento na região.

O relatório aponta que 90% das amostras coletadas nos cursos d’água da bacia apresentaram qualidade classificada como “aceitável”, “boa” ou “ótima”. O Córrego Tijuco, em Belo Horizonte, alcançou nível “bom”, enquanto o Córrego João Gomes, em Contagem, saiu da condição “ruim” para “aceitável” após quatro trimestres.

Barreiras contra poluição

A Copasa informa que a Estação de Tratamento de Águas Fluviais (Etaf) retirou cerca de 1.350 toneladas de resíduos sólidos nos últimos 12 meses. A unidade trata as águas dos córregos Ressaca e Sarandi antes que deságuem na lagoa, operando com vazão média de 555 litros por segundo.

O sistema de reuso da Etaf economiza mais de 568 mil litros de água potável por mês em processos internos. A medida contribui para a eficiência hídrica do tratamento.

Inclusão social e sustentabilidade

O número de beneficiários da Tarifa Social na Bacia da Pampulha aumentou cerca de 40% desde o início do programa. Atualmente, mais de 16,6 mil imóveis na região recebem subsídio nas contas de água e esgoto.

Famílias em Áreas de Interesse Social (AIS) podem regularizar débitos com entrada de R$ 60 e congelamento da dívida restante. A Copasa também realizou mais de 300 visitas domiciliares no último trimestre para mobilização social e educação ambiental.

Os dados completos do monitoramento estão disponíveis no site www.revivapampulha.com.br.

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