**UFMG analisa riscos dos microplásticos e métodos para reduzir danos**
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estudam os impactos dos microplásticos no meio ambiente e na saúde humana, além de desenvolver estratégias para reduzir seus efeitos nocivos. Essas partículas, com até 5 milímetros, resultam da degradação de plásticos e estão presentes em ecossistemas aquáticos, solos e até em tecidos humanos.
De acordo com a UFMG, os microplásticos podem ser encontrados em águas superficiais, subterrâneas, alimentos e até em órgãos como placenta e cérebro. A exposição a esses materiais representa riscos ainda em estudo, mas pesquisas buscam entender seus efeitos e propor alternativas para minimizar o problema.
Pesquisas e soluções em desenvolvimento
Estudos realizados na UFMG investigam como os microplásticos se dispersam no ambiente e quais medidas podem ser adotadas para reduzir sua presença. Entre as abordagens, estão a busca por materiais alternativos e a conscientização sobre o consumo responsável de plásticos.
A universidade também explora tecnologias para remover ou neutralizar essas partículas em ecossistemas contaminados. As pesquisas destacam a necessidade de políticas públicas e ações coletivas para enfrentar o desafio da poluição por plásticos.
A UFMG reforça que a discussão sobre microplásticos ganhou destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), realizada em Belém, no Pará, em novembro de 2025. O tema foi abordado como uma das principais preocupações ambientais da atualidade.
