Rossana Holanda, moradora do Porto do Capim, em João Pessoa. Crédito: JD Vasconcelos/MCID Lançada segunda fase do CEP para Todos.Crédito: JD Vasconcelos/MCID
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Periferia Viva promove urbanização em favelas e comunidades

**Periferia Viva promove urbanização em favelas e comunidades**

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O Programa Periferia Viva, da Secretaria Nacional de Periferias, vinculada ao Ministério das Cidades, está com todas as operações do Novo PAC – Urbanização de Favelas aptas para avançar em 2026. De acordo com o Ministério das Cidades, os municípios cumpriram os requisitos documentais para retirar as condições suspensivas e dar continuidade às intervenções.

O anúncio foi feito durante o encontro nacional da Rede Periferia Viva, realizado em Brasília, com representantes de 15 estados, 24 municípios e parceiros institucionais. Atualmente, 48 operações estão em andamento, sendo que 14 já inauguraram Postos Territoriais, espaços onde as ações são realizadas, e outras 16 estão em fase final de implementação.

Flavio Tavares, coordenador nacional do programa, afirmou: “Este é um programa que vai além da urbanização de favelas. Em 2026, a maioria começará a executar obras, seguindo o plano de ação Periferia Viva, que promove o diálogo entre territórios e entes locais”.

Recursos e seleções

O programa destina R$ 10 bilhões para urbanização em 80 cidades brasileiras. Na primeira seleção, em 2024, foram repassados R$ 5,3 bilhões para 48 municípios. Já em 2025, mais R$ 4,7 bilhões foram direcionados a 32 cidades.

A participação comunitária é uma das características do Periferia Viva. Rossana Holanda, liderança da comunidade do Porto do Capim, em João Pessoa, destacou a importância da iniciativa: “O Periferia Viva legitima nossa luta, contrata pessoas da comunidade e ouve nossas demandas. Hoje, podemos dizer que seremos transformados pelo PAC da permanência”.

CEP para Todos

O encontro também marcou o início da segunda etapa do CEP para Todos, dentro do Periferia Viva. Mauá foi a primeira cidade a aderir à nova fase, que inclui mapeamento interno para formalizar endereços em ruas e vielas.

A primeira etapa, concluída em outubro, garantiu um CEP único para todas as 12.348 favelas do país. A próxima fase prevê a oferta de serviços essenciais dos Correios nas comunidades.

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