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Banco Mundial reconhece impacto do Cadastro Único na geração de emprego e renda

**Banco Mundial reconhece impacto do Cadastro Único na geração de emprego e renda**

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O Banco Mundial destacou o papel do Cadastro Único, sistema do Governo Federal, na promoção de emprego e renda para populações vulneráveis. De acordo com artigo assinado por Iffath Sharif e Cécile Fruman, diretoras da instituição, o cadastro integra proteção social, qualificação profissional e acesso ao mercado de trabalho.

O texto ressalta que o Cadastro Único atende 93 milhões de pessoas, equivalente a 43% da população brasileira. Desse total, 75% vivem em domicílios com renda inferior à metade do salário mínimo. O sistema funciona como porta de entrada para programas de transferência de renda, capacitação e apoio ao empreendedorismo.

Cadastro como plataforma de mobilidade econômica

O Banco Mundial aponta que o Cadastro Único permite a coordenação entre políticas federais e estaduais. Entre os inscritos com as menores rendas, a taxa de desemprego chega a 44%, enquanto 86% dos ocupados estão na informalidade.

O artigo cita exemplos práticos, como agricultores familiares em Salvador que acessaram novos mercados e mulheres que transformaram atividades domésticas em microempreendimentos. Todos os casos foram viabilizados por meio do cadastro.

Expansão e colaboração internacional

O Programa de Impacto Jobs for the Poor (J4P), do Banco Mundial, reúne líderes de 11 países para compartilhar experiências como a do Brasil. A meta global é alcançar 500 milhões de pessoas com proteção social e apoio ao emprego até 2030.

Segundo o texto, a abordagem combina cadastros sociais, inclusão econômica e parcerias com o setor privado. O objetivo é transformar programas locais em iniciativas de larga escala, gerando emprego e redução sustentável da pobreza.

*Reprodução Banco Mundial*

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