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Inclusão produtiva fortalece economias locais

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destinou cerca de R$ 50 milhões para o desenvolvimento do Xingu em 2025, como parte das ações de inclusão produtiva e fortalecimento das economias locais. As iniciativas incluem a ampliação das Rotas de Integração Nacional e o lançamento do programa Mercado do Povo, voltado à agricultura familiar e ao empreendedorismo popular.

De acordo com o MIDR, o Mercado do Povo prevê a implantação de 136 mercados municipais modulares, priorizando áreas com maior vulnerabilidade socioeconômica. A iniciativa inclui requalificação de espaços de venda, capacitação de produtores e articulação com governos locais.

O secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial, Daniel Fortunato, afirmou que o projeto busca reduzir desigualdades. “O produtor terá um local adequado para vender, gerando emprego e renda”, disse.

Rotas de Integração Nacional expandidas

Em 2025, a estratégia Rotas de Integração Nacional foi ampliada, passando a incluir 13 rotas produtivas e 79 polos. Entre as cadeias atendidas estão açaí, cacau, pescado e mandioca, com negociações para a criação da Rota do Café.

A iniciativa promoveu missões internacionais, incluindo acordos de cooperação com países como Espanha e Portugal. Os resultados incluíram a abertura de novos mercados e o fortalecimento da produção sustentável na Amazônia.

Pavimentação de baixo custo e Amazônia Azul

O MIDR implementou projetos de pavimentação de baixo custo para melhorar a infraestrutura viária em áreas rurais. A medida visa facilitar o escoamento da produção e reduzir custos logísticos.

O programa Amazônia Azul foi oficializado, focando no aproveitamento sustentável de atividades marítimas, como pesca e turismo. Segundo João Mendes, diretor do MIDR, o objetivo é melhorar a renda de comunidades costeiras.

Recursos para o Xingu e inovação territorial

O Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX) recebeu R$ 49,4 milhões para projetos em cinco eixos, incluindo infraestrutura e apoio a povos indígenas. Os recursos estavam paralisados desde 2017.

O Programa Inova também avançou, disponibilizando equipamentos como tratores e caminhões para municípios com menor renda. A iniciativa busca modernizar territórios e reduzir desigualdades regionais.

Cidades Intermediadoras e bioeconomia

O Programa Cidades Intermediadoras reforçou o papel dos municípios no desenvolvimento regional, com foco em infraestrutura e economia local. A iniciativa visa reduzir a pressão sobre grandes metrópoles.

Na área de bioeconomia, foram criados o Ecossistema de Inovação do Alto Solimões e o Parque Científico e Tecnológico da região, beneficiando cerca de 240 mil pessoas.

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