Unidade Fibras Florestais da UFV recebe três prêmios no Prêmio Embrapii 2025

A Unidade Fibras Florestais da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), sediada no departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV), recebeu três premiações na terceira edição do Prêmio Embrapii 2025. A cerimônia de premiação ocorreu em Brasília, no dia 9 de dezembro, durante a Conferência Anual das Unidades Embrapii.

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O Prêmio Embrapii reconhece projetos, pesquisadores e unidades que se destacam por suas práticas de pesquisa e desenvolvimento. Essas práticas contribuem para o avanço da competitividade e sustentabilidade do setor industrial brasileiro.

A terceira edição do prêmio contemplou cinco categorias. Entre elas, estavam Projeto Mais Inovador, Projeto Mais Inovador para micro e pequena empresa, Embaixador da Marca, Unidade de Destaque, Pesquisador de Destaque e Pesquisadora de Destaque.

De acordo com informações da UFV, a Unidade Fibras Florestais da UFV conquistou o 1º lugar na categoria Embaixador da Marca. Este reconhecimento foi concedido pelo impacto institucional, presença na rede e resultados consistentes apresentados pela unidade.

A Unidade da UFV também obteve o 2º lugar na categoria Unidade de Destaque. Esta premiação reconhece o desempenho técnico e a condução de projetos de alta relevância para a indústria nacional.

Na categoria Projeto Mais Inovador, voltada para Micro e Pequenas Empresas, a Unidade da UFV alcançou o 3º lugar. O projeto premiado foi “Uso de resíduos da produção de Cannabis medicinal para produção de materiais sustentáveis”.

O professor Glêison Augusto dos Santos, do Departamento de Engenharia Florestal (DEF) da UFV, também foi premiado. Ele conquistou o 3º lugar na categoria Pesquisador de Destaque.

A Embrapii é uma organização social que coopera com Instituições de Ciência e Tecnologia, tanto públicas quanto privadas. Seu objetivo é atender ao setor empresarial e fomentar a inovação na indústria brasileira.

Para isso, a Embrapii conecta centros de pesquisa e empresas. A organização compartilha os custos da inovação ao aportar recursos não reembolsáveis em projetos que visam a introdução de novos produtos e processos no mercado.

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