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O Brasil ampliou sua atuação internacional em 2025 no combate à fome e à desigualdade, com participação em fóruns globais, cooperação Sul-Sul e iniciativas regionais. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o país coordenou a Primeira Reunião de Líderes da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que reúne mais de 200 membros, incluindo países, fundações e organizações internacionais.
A iniciativa “Fast-Track” foi destacada como um mecanismo para transformar planos nacionais em ações concretas. O ministro Wellington Dias, copresidente da Aliança Global, afirmou: “A fome e a pobreza não são inevitáveis. São resultado de escolhas políticas e podemos fazer escolhas diferentes”.
O MDS também esteve presente na Segunda Cúpula para o Desenvolvimento Social em Doha, onde apresentou políticas públicas brasileiras em proteção social e segurança alimentar.
COP30 e Declaração de Belém
Durante a COP30 em Belém, mais de 40 países assinaram a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática. O documento incorpora a visão brasileira sobre o enfrentamento conjunto desses desafios.
No âmbito regional, o MDS organizou a VI Conferência Regional sobre Desenvolvimento Social da América Latina e do Caribe, em Brasília. O evento reforçou o papel do Brasil na promoção de desenvolvimento social inclusivo na região.
Cooperação Sul-Sul e avanços da Aliança Global
O Brasil intensificou a cooperação Sul-Sul, compartilhando experiências em registros sociais, transferência de renda e proteção social com países como Cabo Verde, Haiti e Moçambique. A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza completou um ano em 2025, com a consolidação da “Cesta de Políticas”, que reúne 51 categorias de programas.
Em fevereiro de 2025, foi criado o Conselho de Campeões, com representantes de até 50 membros para fortalecer a governança da Aliança. O mecanismo de apoio da iniciativa já está implementado em países como Brasil, Etiópia e Estados Unidos.
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