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Brasil sai do Mapa da Fome

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O Brasil saiu novamente do Mapa da Fome em 2025, segundo anúncio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU). O país atingiu a média trienal 2022/2023/2024 com menos de 2,5% da população em risco de subnutrição, meta alcançada dois anos antes do previsto.

De acordo com a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), 2024 registrou a menor taxa de fome da série histórica. O Governo Federal retirou 26,5 milhões de pessoas da situação de fome entre 2023 e 2024. Os domicílios em insegurança alimentar grave ficaram em 3,2%.

“Quando você dá centralidade ao combate à fome, isso se converte em políticas públicas”, afirmou Valéria Burity, secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome. A saída do Mapa da Fome resultou de políticas de redução da pobreza, geração de emprego, apoio à agricultura familiar e fortalecimento da alimentação escolar.

Expansão do Sisan e plano nacional

O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) passou de 536 para mais de 2 mil municípios aderidos desde 2023. Em 2024, 91,7% das cidades com mais de 500 mil habitantes tinham estruturas de segurança alimentar.

O III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, aprovado recentemente, articula 24 ministérios e estabelece 219 iniciativas até 2027. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) coordenou a elaboração do documento.

Resultados econômicos e sociais

Em 2024, o Brasil atingiu os melhores níveis de renda e redução da desigualdade em três décadas, segundo o Ipea. A renda domiciliar per capita cresceu 70%, e a extrema pobreza caiu de 25% para menos de 5% da população.

O Plano Brasil Sem Fome entra em sua segunda fase, aprofundando ações contra a pobreza e a insegurança alimentar. Os dados do IBGE confirmam os menores índices de pobreza desde 2012.

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