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Retrospectiva 2025 avança na rede de proteção às mulheres

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Em 2025, o Ministério das Mulheres ampliou a rede de proteção às mulheres com a inauguração de novos centros de atendimento, produção de dados e ações integradas. Entre as iniciativas, destacam-se o lançamento do Painel de Dados do Ligue 180 e a expansão do Programa Mulher Viver sem Violência.

De acordo com o Ministério das Mulheres, o Ligue 180 teve prioridade na integração e qualificação do atendimento. Em agosto, foi lançado o Painel de Dados, uma plataforma interativa para monitorar denúncias. Em dezembro, representantes de 15 estados se reuniram para alinhar fluxos de encaminhamento.

A celebração dos 20 anos do serviço incluiu projeções em monumentos como o Cristo Redentor (RJ), Farol da Barra (BA) e Congresso Nacional (DF), além do lançamento do Guia Prático – Ligue 180.

Expansão da rede de atendimento

Foram inaugurados novos Centros de Referência da Mulher Brasileira em cidades como Cruzeiro do Sul (AC), Epitaciolândia (AC), Francisco Beltrão (PR) e Águas Lindas de Goiás (GO). A Casa da Mulher Brasileira de Palmas (TO) também entrou em operação. Desde 2023, 18 equipamentos foram entregues.

Para 2026, estão previstas seis novas Casas da Mulher Brasileira e seis Centros de Referência. O Sistema UNA, plataforma de registro de atendimentos, avançou na padronização de dados.

Tenda Lilás e ações integradas

A Tenda Lilás, espaço itinerante, realizou 30 mil atendimentos em Brasília e no Sol Nascente (DF). A iniciativa deve percorrer todas as regiões do país em 2026.

Em parceria com o Ministério da Justiça, a Operação Shamar mobilizou forças policiais em todos os estados, resultando em 7,64 mil prisões e 51,67 mil atendimentos a vítimas.

Novas leis e políticas

Quatro leis foram sancionadas em 2025, incluindo a Lei 15.123, que aumenta penas para violência psicológica com uso de IA, e a Lei 15.125, que prevê monitoramento eletrônico de agressores.

Dezessete estados aderiram à política de reserva de vagas para mulheres em situação de violência em contratações públicas. Uma portaria conjunta também garantiu direitos de remoção no serviço público federal para vítimas.

No âmbito internacional, o Brasil discutiu a Lei Modelo Interamericana de Enfrentamento à Violência Digital e diretrizes para proteção em desastres climáticos durante a COP30.

O tema também foi debatido na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e na Conferência Nacional das Mulheres Indígenas.

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