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Brasil desenvolve indústria inovadora e sustentável

**Brasil desenvolve indústria inovadora e sustentável**

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) consolidou e ampliou programas e ações estruturantes entre 2023 e 2025, fortalecendo uma política industrial voltada para inovação, exportação e sustentabilidade. De acordo com o MDIC, as iniciativas incluíram a atração de investimentos estrangeiros, abertura de novos mercados e melhoria no ambiente de negócios.

As negociações com os EUA resultaram na eliminação de tarifas sobre grande parte dos produtos exportados pelo Brasil. O Plano Brasil Soberano destinou R$ 40 bilhões em crédito para empresas afetadas pelo chamado “tarifaço”.

O Plano Mais Produção, parte da Nova Indústria Brasil (NIB), alcançou R$ 643,3 bilhões em recursos, com 93% já contratados para 406 mil projetos industriais. Entre os destaques estão o Carro Sustentável, que zerou o IPI para veículos populares, e a Política Nacional de Datacenter, que impulsionou investimentos em tecnologia e energia renovável.

**Avanços no comércio exterior**

O Brasil assinou acordos de livre comércio com os países do EFTA e avançou nas negociações com a União Europeia. O Portal Único do Comércio Exterior simplificou processos, reduzindo burocracia e custos. O BNDES Exim apoiou exportações para 49 países, beneficiando quase 2.000 empresas, sendo 60% delas micro e pequenas.

As Zonas de Processamento de Exportações (ZPEs) geraram R$ 637 bilhões em investimentos aprovados, com expectativa de criar 50 mil empregos diretos.

**Indústria inovadora e sustentável**

O crédito para inovação atingiu R$ 60 bilhões, com projetos em setores como semicondutores e transformação digital. O Programa Mover destinou R$ 7,3 bilhões para mobilidade sustentável, enquanto investimentos em biocombustíveis ultrapassaram R$ 11,7 bilhões.

A Estratégia Nacional de Economia Circular lançou um fundo de R$ 40 milhões para reciclagem. Na COP30, o MDIC apresentou iniciativas como o Portal Impacta Brasil e o Programa Coopera + Amazônia, com R$ 107 milhões para bioeconomia.

**Redução de custos e competitividade**

O Observatório do Custo Brasil estima redução de R$ 530 bilhões em desburocratização. O INPI reduziu o prazo de análise de patentes de 6,9 para 4 anos. A Janela Única de Investimentos, em parceria com o BID, facilitará a entrada de capital estrangeiro a partir de 2026.

**Indústria inclusiva**

Programas como Raízes Comex e Empreendedoras Tech promoveram inclusão racial e de gênero. A Estratégia Nacional de Economia de Impacto apoiou 2 mil negócios com R$ 250 milhões.

**Legislação aprovada**

Entre as leis sancionadas estão a Reforma Tributária, o Marco do Hidrogênio Verde e a Nova Lei de Informática, que impulsionam tecnologia e sustentabilidade. O Mercado Regulado de Carbono e a Lei do Combustível do Futuro reforçam a transição energética.

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