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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) lançou o Projeto de Geoespacialização de Bens Culturais para a Gestão da Conservação. A iniciativa visa qualificar a gestão, o monitoramento e a tomada de decisões relacionadas ao patrimônio tombado em nível federal.
De acordo com o Iphan, o projeto foi apresentado no dia 19 de dezembro, na sede do instituto em Brasília (DF). A professora Raquel Naves, fundadora do Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) da UnB, detalhou a estrutura da iniciativa.
A parceria entre o Iphan e a UnB foi formalizada por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED) no valor de R$ 120 mil. Segundo Raquel Naves, o projeto permite uma visão mais estratégica da conservação, “ao possibilitar a identificação de riscos e orientar intervenções”.
Objetivos do projeto
A iniciativa é coordenada pelo Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização (Depam/Iphan). O objetivo é produzir e qualificar dados sobre bens culturais protegidos em nível federal, com foco em informações relacionadas à conservação.
O projeto pretende criar uma base de dados geoespacializados para gerenciar riscos aos bens culturais em todo o país. A capacitação de servidores e a aplicação de tecnologia GEO-BIM (Geographic Building Information Modeling) estão entre as ações previstas.
A meta final é garantir uma gestão estratégica dos bens tombados, permitindo ao Iphan um planejamento mais eficiente na alocação de recursos técnicos e financeiros para a conservação do patrimônio cultural.
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