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Luiz Marinho discute geração de emprego no Brasil no programa Bom Dia, Ministro desta quarta

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou do programa “Bom Dia, Ministro” nesta quarta-feira (7) para discutir políticas públicas de geração de emprego e medidas trabalhistas em vigor a partir de 2026. A entrevista foi transmitida ao vivo e abordou temas como isenção do Imposto de Renda, novo salário mínimo e modernização de benefícios.

De acordo com dados do Novo Caged, o Brasil ultrapassou a marca de 5 milhões de empregos formais desde janeiro de 2023. A taxa de desemprego registrou 5,2% em dezembro de 2025, menor índice desde 2012.

Medidas em destaque

A isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais foi um dos temas abordados. A medida beneficia cerca de 10 milhões de brasileiros e inclui descontos progressivos para faixas salariais entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil.

O novo salário mínimo de R$ 1.621, em vigor desde janeiro, representa aumento de 6,7% em relação ao valor de 2025. O reajuste segue a política de correção anual baseada na inflação e no crescimento do PIB.

O Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) passou por modernização, com novas regras para vale-alimentação e vale-refeição. A mudança deve beneficiar mais de 22 milhões de trabalhadores.

O Ministério do Trabalho e Emprego assumiu em novembro de 2025 a gestão do Seguro-Defeso, benefício destinado a pescadores artesanais. O Crédito do Trabalhador também foi destacado como política de inclusão financeira.

Mudanças na jornada de trabalho

A proposta de fim da jornada 6×1, sem redução salarial, foi discutida durante o programa. A PEC 8/25 prevê jornada de quatro dias de trabalho e três de descanso, com limite de 36 horas semanais.

A plataforma Facilita, lançada em dezembro de 2025, foi apresentada como ferramenta para simplificar serviços como Seguro-Desemprego, FGTS e Carteira de Trabalho Digital.

O programa “Bom Dia, Ministro” é uma iniciativa da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A íntegra da entrevista está disponível no canal oficial do governo.

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