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Crescimento de 5 milhões de empregos formais a partir de 2023

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O Brasil registrou mais de 5 milhões de empregos formais criados desde janeiro de 2023, alcançando 49,09 milhões de vínculos ativos, segundo dados do Novo Caged. A taxa de desemprego ficou em 5,2%, o menor índice da série histórica.

De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o crescimento ocorreu em todos os estados e setores da economia. “Não é uma bolha aqui e acolá. É um crescimento consistente”, afirmou durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.

O aumento na geração de empregos formais coincide com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 em 2026, alta de 6,7% em relação ao valor anterior. A isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais também entrou em vigor este ano.

Segundo o ministro, o reajuste anual do salário mínimo considera a inflação dos últimos 12 meses e o crescimento real do PIB. Marinho afirmou que a economia deve continuar em expansão, o que pode garantir novo aumento real em 2027.

Fim da jornada 6×1

Luiz Marinho destacou que o governo prioriza o fim da jornada de trabalho 6×1, sem redução salarial. Ele classificou o modelo como “o mais cruel” ainda em prática no mundo, principalmente para mulheres, e defendeu melhores condições para os trabalhadores.

“Pensar na redução da jornada é também pensar na harmonização do ambiente de trabalho”, disse o ministro, ressaltando impactos positivos na saúde mental e na vida familiar.

Qualificação profissional

O ministério tem investido em programas de capacitação, com foco em jovens. Marinho citou parcerias com prefeituras, governos estaduais e a Microsoft para qualificação digital. “Precisamos capacitar na área digital, como foi no passado”, afirmou.

Programa de Alimentação do Trabalhador

As novas regras do PAT reduziram as taxas cobradas de estabelecimentos participantes, limitando-as a 3,6% ao mês. A medida deve ampliar a adesão de pequenos restaurantes e mercados, beneficiando mais de 22 milhões de trabalhadores.

Seguro Defeso

O Ministério do Trabalho assumiu a análise e pagamento do Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal. O benefício será garantido apenas a profissionais que comprovem viver exclusivamente da pesca, excluindo comerciantes e pescadores eventuais.

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