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Minas Gerais registrou um novo recorde histórico em exportações em 2025, com US$ 45,7 bilhões em produtos comercializados, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O valor representa um aumento de 8,6% em relação a 2024 e consolida o estado como o terceiro maior exportador do Brasil.
De acordo com as informações, Minas Gerais foi responsável por 13% das vendas internacionais do país, com superávit de US$ 27,3 bilhões na balança comercial. As importações também atingiram o maior valor da série histórica, somando US$ 18,3 bilhões, um crescimento de 7,8% em comparação com o ano anterior.
O fluxo comercial total do estado em 2025 alcançou US$ 64 bilhões, o terceiro maior do Brasil. A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, afirmou: “Fechamos 2025 com números surpreendentes no comércio exterior e isso só foi possível devido às políticas públicas adotadas pelo Governo de Minas”.
Principais produtos e mercados
O minério de ferro e seus concentrados lideraram as exportações mineiras, representando 26,7% do total. Em seguida, aparecem café (24,7%), ouro (7,0%), soja (6,0%) e ferro-ligas (5,5%). O Canadá foi o país que mais contribuiu para o crescimento das vendas internacionais, com aumento de 72,2%.
China, Reino Unido, Alemanha e Argentina também se destacaram como mercados importantes para Minas Gerais. Entre os municípios exportadores, Varginha liderou o ranking, com 7,9% de participação, seguido por Araxá (6,1%), Nova Lima (6,1%), Guaxupé (5,7%) e Paracatu (4,9%).
Importações e origens
Os principais produtos importados pelo estado em 2025 foram automóveis de passageiros (3,8%), partes de tratores e veículos especiais (3,1%) e produtos imunológicos (2,9%). Adubos azotados e turbinas a gás também tiveram destaque nas compras internacionais.
Extrema foi o município que mais importou, com 14,3% do total estadual. A China foi o principal país de origem das mercadorias adquiridas por Minas, respondendo por 25,2% das importações, seguida pelos Estados Unidos (13,7%) e Argentina (8,4%).
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