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Obras de contenção de encostas são finalizadas em áreas de risco

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Obras de contenção de encostas foram finalizadas em áreas de risco em diversas cidades brasileiras, incluindo Recife (PE), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Os projetos, financiados pelo Ministério das Cidades, incluem intervenções multifuncionais que combinam segurança estrutural com espaços comunitários e áreas verdes.

No Recife, a comunidade do Córrego do Sargento recebeu uma obra de contenção com investimento de R$ 8,6 milhões. Segundo o Ministério das Cidades, esta é uma das 35 intervenções concluídas no país. Pernambuco tem outras nove obras em Olinda, enquanto a Bahia registra 18 em Salvador e uma em Teolândia.

Em São Paulo, seis contenções foram finalizadas, sendo três na capital, duas em São Bernardo do Campo e uma em Diadema. As obras seguem diretrizes que incluem a criação de áreas de lazer e convivência para as comunidades locais.

Investimentos e planos de prevenção

De acordo com o Ministério das Cidades, foram assinados 183 contratos para contenção de encostas em 147 municípios, totalizando R$ 2,77 bilhões em recursos do Novo PAC. Além das obras, estão em desenvolvimento Planos Municipais de Redução de Riscos (PMRR) em cidades como Belém, Niterói e Florianópolis.

Foram contratados 150 PMRRs, com investimento de R$ 78 milhões, o maior valor já destinado a esse tipo de política no país. Até o momento, 73 planos estão em execução ou foram concluídos.

Em comunidades específicas, os Planos Comunitários de Redução de Riscos e Adaptação Climática (PCRA) estão sendo implementados em 12 territórios, incluindo o Complexo do Alemão (RJ) e Paraisópolis (SP), com investimento superior a R$ 2 milhões.

Soluções baseadas na natureza

O governo também investe em Soluções Baseadas na Natureza (SBN), com parcerias em universidades federais para desenvolvimento de protótipos. Um exemplo é o projeto em Paranaguá (PR), que visa restaurar manguezais urbanos com investimento de R$ 600 mil.

Outra iniciativa é o Edital Periferias Verdes Resilientes, que destinou R$ 15,3 milhões para projetos em sete territórios, como a Favela da Maré (RJ) e Tucunduba (PA).

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