A Justiça de Belo Horizonte determinou, nesta terça-feira (13/1), a conversão da prisão em flagrante para preventiva do motorista suspeito de causar um acidente que resultou na morte de um motociclista de 22 anos no bairro Castelo, região da Pampulha. A decisão foi proferida pela juíza Juliana Beretta após audiência de custódia.
De acordo com o relato de três testemunhas, o condutor de uma Hilux trafegava em alta velocidade e avançou o sinal vermelho, provocando a colisão. A magistrada também considerou que o motorista admitiu ter ingerido medicamentos, o que pode ter afetado sua capacidade psicomotora.
A defesa do acusado pediu liberdade provisória, argumentando que ele permaneceu no local, acionou socorro e colaborou com a polícia. Os advogados afirmaram que o medicamento usado pelo motorista não é ilícito e não compromete os reflexos.
Diferente da prisão temporária, a preventiva não tem prazo fixo e é aplicada quando há indícios de autoria, materialidade do crime e necessidade de garantir a ordem pública ou a instrução criminal.
O acidente ocorreu após o condutor da Hilux avançar o sinal vermelho em alta velocidade, conforme testemunhas. O motociclista morreu no local. O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Pampulha.
