Foto: Marcos Santos/ USP Imagens
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Estudo da FGV mostra que mais de 80% dos mineiros pertencem às classes A, B e C

O percentual de mineiros nas classes A, B e C subiu de 73,32% para 83,23% entre 2022 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgado pelo governo federal. O aumento foi de 9,91 pontos percentuais no período.

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De acordo com a pesquisa, a classe A inclui pessoas com renda acima de 20 salários mínimos. A classe B engloba famílias com renda entre 10 e 20 salários mínimos, e a classe C, aquelas com renda entre 4 e 10 salários mínimos.

No Brasil, 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e ingressaram nas classes de maior renda no mesmo período, conforme a FGV. O crescimento nacional foi de 8,44 pontos percentuais.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, os números refletem o impacto das políticas públicas. “Pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, agora estão na classe média. O programa abre portas para educação, trabalho e empreendedorismo”, disse.

O estudo aponta que o avanço foi impulsionado pelo aumento da renda do trabalho e por programas sociais, como Bolsa Família, BPC e iniciativas de acesso à educação e crédito.

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