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Um estudo encomendado pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) revelou que 70% dos negócios financiados pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) registraram aumento no faturamento. A pesquisa, realizada em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ouviu 293 beneficiários em Tocantins.
De acordo com a Sudam, os resultados mostram que os empréstimos do FNO também impactaram a produção e a qualidade de vida. Entre os entrevistados, 77% relataram melhora na qualidade da produção, enquanto 73% tiveram aumento na capacidade produtiva.
A pesquisa ainda apontou que 62% dos beneficiários perceberam melhora na qualidade de vida após acessar os recursos. Além disso, 43% aumentaram a contratação de mão de obra em seus negócios.
Cadeias produtivas locais
Segundo o estudo, 62% dos empreendedores financiados pelo FNO comercializam sua produção no mesmo município de origem da matéria-prima. Outros 24% atendem mercados em outros estados da região Norte, enquanto apenas 2% exportam para consumidores estrangeiros.
A Coordenadora-Geral de Avaliação da Sudam, Érika Almeida, destacou que apenas 12% das vendas dos contratantes são destinadas a outras regiões do país. “O desafio é ampliar a competitividade”, afirmou.
Para 83% dos entrevistados, o FNO é considerado essencial para a economia da Região Norte. Outros 84% concordaram que a região enfrentaria mais problemas sem os recursos do fundo.
Perfil dos beneficiários
A pesquisa foi realizada entre junho e julho de 2025 em seis municípios tocantinenses. Do total de contratantes, 32% eram mulheres e 68% homens. Quanto à idade, 50% tinham mais de 50 anos.
Em relação à formalização, 57% dos beneficiários eram pessoas jurídicas e 43% pessoas físicas. Segundo Érika Almeida, esse dado reflete o alcance do FNO, que atende tanto empresas formalizadas quanto pequenos produtores.
Escolha do Tocantins
O Tocantins foi selecionado para o estudo com base em indicadores da Sudam e limitações orçamentárias. “Fazer pesquisa de campo é custoso. Decidimos aplicar primeiro no Tocantins após análise de dados”, explicou a coordenadora.
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