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Governo amplia foco em desenvolvimento sustentável

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O governo federal reforçou sua atuação na agenda de desenvolvimento sustentável durante o evento “States in Transition – Transformação Ecológica (Edição III)”, realizado em Brasília nesta quinta-feira (26/02). Representantes do Ministério da Fazenda participaram dos debates, que abordaram políticas públicas, financiamento para descarbonização e inovação tecnológica.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o secretário-executivo adjunto Rafael Dubeux e a secretária extraordinária do Mercado de Carbono, Cristina Reis, integraram os painéis de discussão. O evento foi promovido pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Dubeux destacou o Novo Brasil — Plano de Transformação Ecológica (PTE), implementado desde 2023. Ele afirmou que a iniciativa vai além da preservação ambiental, gerando desenvolvimento econômico por meio de bioeconomia, energias renováveis e economia circular.

Impactos práticos da transformação ecológica

O secretário-executivo adjunto enfatizou que a transformação ecológica pode gerar empregos verdes, melhorar serviços públicos e aumentar a renda por meio de novos mercados, como combustíveis sustentáveis e mineração estratégica. Segundo ele, o Ministério da Fazenda assumiu essa agenda como prioridade em 2023.

Cristina Reis participou do painel sobre transição energética, destacando o papel do Estado na promoção do desenvolvimento sustentável. Ela citou o mercado regulado de carbono como um mecanismo para reduzir emissões e impulsionar inovações tecnológicas.

A secretária alertou para os impactos das mudanças climáticas, como enchentes e secas, e reforçou a necessidade de diminuir o uso de combustíveis fósseis. O mercado de carbono, segundo ela, obriga grandes poluidores a reduzir emissões, criando oportunidades econômicas.

O evento também contou com a presença de autoridades como o secretário extraordinário para a Transformação do Estado, Francisco Gaetani, e representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, BNDES e Embrapii.

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