agenciamg-362

Mulheres lideram debate sobre transformação ecológica no Ministério da Fazenda

“`

Advertisement

O Ministério da Fazenda realizou nesta segunda-feira (9/3) o 3º Encontro de Mulheres na Transformação Ecológica, em Brasília. O evento reuniu lideranças femininas responsáveis por agendas estratégicas de desenvolvimento sustentável no governo federal.

De acordo com o Ministério da Fazenda, secretárias e gestoras da pasta e de outros órgãos compartilharam experiências sobre políticas públicas voltadas à transformação ecológica, com foco na equidade de gênero. O debate abordou as principais metas até dezembro de 2026.

O secretário-executivo Dario Durigan destacou a importância da participação feminina na política econômica. “Ter mulheres nesses espaços faz com que tenhamos ótimas ideias e executemos políticas públicas melhores”, afirmou.

Diálogo sobre liderança feminina

Cristina Reis, secretária extraordinária do Mercado de Carbono, presidiu o encontro. Ela explicou que o objetivo foi fortalecer o diálogo sobre como a Fazenda pode contribuir com a transformação ecológica, incluindo o recorte de gênero.

Carolina Grottera, subsecretária de Transformação Ecológica, ressaltou que a agenda é construída de forma coletiva. “É muito importante ver tantas mulheres liderando essa agenda, garantindo um olhar especial para as mulheres e também para as diferenças de raça”, disse.

Ela citou que as próximas fases incluem critérios para bioeconomia e economia circular, setores com forte presença feminina. Segundo Grottera, políticas como o Eco Invest buscam ampliar oportunidades para mulheres em energia renovável.

Perspectivas sobre transformação ecológica

Ana Sobral, chefe da Assessoria de Participação Social, destacou o significado de contribuir com políticas públicas como mulher negra. Carina Vitral, coordenadora de Inovação Verde, afirmou que o conceito de transformação ecológica é uma inovação do atual governo.

Ana Toni, diretora executiva da COP30, lembrou que os avanços atuais resultam de décadas de mobilização feminina. Ela apontou como desafio garantir a continuidade das políticas após 2026.

Viviane Varga, secretária-adjunta do Tesouro Nacional, destacou o papel da política econômica no apoio a iniciativas sustentáveis. Roberta Ludwig, assessora da Fazenda, ressaltou a importância da integração entre áreas do governo.

Estratégias para 2026

Luciana Mendes Servo, presidenta do Ipea, afirmou que 2026 exige planejamento estratégico para comunicar os resultados da agenda. Julia Cruz, secretária de Economia Verde do MDIC, destacou a diversidade de estilos de liderança feminina.

Virgínia de Ângelis, secretária nacional de Planejamento, explicou que a transformação ecológica ganhou espaço central no planejamento estratégico. Ela citou a incorporação da pauta no Plano Plurianual desde 2023.

“`

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *