Foto: Flavio Tavares / O Tempo
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Palácio das Artes inicia celebração de 55 anos com estreia de balé e lançamento de livros

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O Palácio das Artes, em Belo Horizonte, completa 55 anos neste sábado (14/3). O complexo cultural, administrado pela Fundação Clóvis Salgado, terá uma programação especial ao longo de 2026 para celebrar a data.

De acordo com o jornal O Tempo, as comemorações começam com o espetáculo “Impulsos”, da Cia. de Dança Palácio das Artes. A peça estreia nesta quarta-feira (12/3) e fica em cartaz até 22 de março no Teatro João Ceschiatti.

A montagem reúne duas coreografias inéditas: “60 Grãos”, de Alex Soares, inspirada nos hábitos de Ludwig van Beethoven, e “PLOT”, de Alan Keller, que explora o universo dos jogos de RPG.

Detalhe da fachada do Palácio das Artes | Crédito: Flávio Tavares/O TEMPO

Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado, informou que a programação inclui concertos, espetáculos, exposições e publicações. Um Centro de Interpretação foi criado para ajudar visitantes a conhecer a história do prédio.

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Publicações e programação

Segundo O Tempo, cinco livros sobre diferentes áreas do Palácio serão publicados em 2026. O primeiro, previsto para abril, será assinado pelo jornalista Mauro Werkema, ex-diretor da fundação.

A temporada de óperas terá quatro montagens, incluindo “Chica da Silva”, que será apresentada primeiro em Diamantina e depois em Belo Horizonte. A programação também prevê o retorno de regentes históricos.

Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clóvis Salgado | Crédito: Flávio Tavares/O TEMPO

História do edifício

O Palácio das Artes teve sua construção iniciada em 1942, com projeto original de Oscar Niemeyer. As obras foram interrompidas e retomadas na década de 1960, com reformulação arquitetônica de Hélio Ferreira Pinto.

O complexo foi inaugurado em 14 de março de 1971 pelo governador Israel Pinheiro. Atualmente, ocupa 18 mil metros quadrados no Parque Municipal e abriga o Grande Teatro, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e o Cefart, centro de formação artística.

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Cláudia Malta, diretora artística da Fundação Clóvis Salgado | Crédito: Flávio Tavares/O TEMPO

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