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A Operação Desarme, realizada entre 14 e 19 de março, prendeu 2.123 pessoas e apreendeu 16 toneladas de drogas em ações coordenadas contra o tráfico de armas no país. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa causou um prejuízo estimado em R$ 562,5 milhões ao crime organizado.
Foram cumpridos 574 mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de 595 armas de fogo e 17.282 munições. A operação foi coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).
Diligências
Participaram da ação polícias civis e militares, além da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal do Brasil (RFB). As equipes atuaram em áreas estratégicas como fronteiras, rodovias, portos e aeroportos.
A operação seguiu a Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (DNAISP), com ações simultâneas em todo o território nacional. O objetivo foi atingir estruturas essenciais do crime organizado, especialmente o fluxo ilícito de armamentos.
Entre os focos da iniciativa estão a redução do poder de fogo de grupos criminosos, a desarticulação de cadeias logísticas e a interrupção de rotas de armamento ilegal. A operação também buscou fortalecer a responsabilização penal e asfixiar financeiramente organizações envolvidas no comércio ilícito de armas.
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