Imagem ilustrativa. (Foto: Reproduação/Canva Education)Túlio de Almeida Hermes professor e pesquisador do Departamento de Anatomia, líder do Grupo de Pesquisa em Bioestrutura Neuromuscular. (Foto: Arquivo Pessoal)Integrantes do Grupo de Pesquisa em Bioestrutura Neuromuscular com o professor Túlio Hermes. (Foto: Arquivo/Túlio Hermes)
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Estudo revela benefícios de compostos da soja para doença muscular genética

Pesquisadores da UNIFAL-MG identificaram compostos da soja que podem auxiliar no tratamento da distrofia muscular de Duchenne (DMD), uma doença genética que causa perda muscular progressiva. O estudo, conduzido pelo Grupo de Pesquisa em Bioestrutura Neuromuscular (GPBioNM), liderado por Túlio de Almeida Hermes, investigou a ação das isoflavonas, substâncias presentes no extrato de soja, em camundongos mdx.

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De acordo com informações do Jornal UNIFAL MG, os resultados mostraram melhora na função muscular, além de redução da necrose e dos marcadores inflamatórios e oxidativos. Túlio Hermes, professor e pesquisador do Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas, destacou que a pesquisa ainda não gerou um tratamento, mas a possibilidade de encontrar isoflavonas com potencial terapêutico é promissora.

Segurança e novas investigações

Os pesquisadores observaram que o extrato de soja não causou toxicidade nos rins e fígado dos camundongos, tornando-se uma alternativa vantajosa devido ao baixo custo e acessibilidade. Hermes afirmou que o estudo possibilitou a proposição de novas pesquisas sobre os mecanismos moleculares e celulares das isoflavonas.

A pesquisa está vinculada ao projeto CNPq 402493/2021-4 e foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O estudo será publicado com acesso aberto à comunidade científica.

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