Um estudo realizado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), revelou novas espécies de plantas na Caatinga, ampliando o conhecimento sobre a biodiversidade do semiárido. A pesquisa faz parte dos programas ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional.
De acordo com o Governo Federal, o estudo foi desenvolvido no contexto do licenciamento ambiental do PISF, a maior obra de infraestrutura hídrica do país, e analisou dados e materiais biológicos coletados ao longo de 15 anos, entre 2008 e 2023, em uma área de 56 mil km² do semiárido nordestino. A coordenadora-geral de Programas Ambientais da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), Elianeiva Odísio, destacou a importância da parceria entre a Univasf e o MIDR na execução de programas ambientais relacionados à fauna e à flora.
Monitoramento e Gestão Ambiental
O monitoramento realizado pela Univasf tem gerado informações científicas sobre a fauna e a flora da Caatinga, um bioma exclusivamente brasileiro. Além disso, fornece subsídios técnicos para acompanhar os efeitos dos impactos gerados pela obra e viabilizar a implementação de ações adequadas de gestão ambiental. Elianeiva Odísio reforçou que o trabalho vai além da pesquisa, gerando subsídios para acompanhar os efeitos dos impactos causados pela obra e permitindo uma implantação adequada da gestão ambiental.
Os levantamentos realizados no semiárido já resultaram na descoberta de espécies de plantas antes desconhecidas pela ciência, revelando a riqueza oculta da Caatinga e contribuindo para estratégias de conservação. Para mais informações sobre a pesquisa, acesse o site da Univasf.
