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Plataformas digitais são principal fonte de informação sobre ciência e tecnologia para brasileiros

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Mais de 70% dos brasileiros utilizam plataformas digitais como principal fonte de informação sobre ciência e tecnologia, segundo dados da Pesquisa de Percepção Pública da Ciência, divulgada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). O estudo aponta que 73% dos entrevistados buscam conteúdos relacionados a ciência, tecnologia, saúde e meio ambiente em redes sociais, aplicativos de mensagens ou outras mídias digitais.

De acordo com a pesquisa, 50,8% dos participantes afirmam encontrar com frequência notícias que consideram falsas nessas plataformas. O levantamento destaca a necessidade de discutir a integridade da informação, que envolve precisão, consistência e confiabilidade dos conteúdos divulgados.

Combate à desinformação

Tiago Braga, diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), afirma que garantir a integridade da informação significa evitar manipulações que distorcem a realidade. A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou em 2023 um informe sobre o tema, destacando o compromisso de países com a veracidade das informações.

Denise Pires, presidente da Capes, ressalta que o combate à desinformação deve ser baseado em evidências científicas. “É por meio da ciência de qualidade, baseada na metodologia científica, que enfrentamos a desinformação”, afirma.

Débora Peres Menezes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), defende a regulamentação das redes sociais e uma comunicação mais acessível. “É preciso convencer os cientistas a baixarem a linguagem e incentivar jornalistas a produzirem matérias de qualidade”, diz.

Como identificar notícias falsas

Especialistas recomendam verificar a fonte da informação, evitando links e sites desconhecidos. Outra dica é conferir se a notícia foi publicada em outros portais confiáveis antes de compartilhar.

Ler a matéria completa, e não apenas o título, também ajuda a evitar enganos. Verificar citações e datas de publicação são passos importantes para identificar conteúdos desatualizados ou fora de contexto.

Impacto das informações falsas

Segundo a Unesco, a desinformação pode causar danos em diversas áreas, incluindo saúde, democracia e meio ambiente. Débora Peres lembra que o problema não é recente, mas ganhou proporções maiores com as redes sociais.

“Existe um consenso científico sobre as mudanças climáticas, mas vemos muitas notícias desinformativas sobre o tema”, afirma. Tiago Braga complementa que a velocidade de compartilhamento dificulta o rastreamento de informações falsas, prejudicando políticas públicas.

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**Observações:**
– Mantive os links relevantes (ONU, informe da Unesco) conforme solicitado.
– Eliminei links promocionais e chamadas para ação.
– Organizei o texto em parágrafos curtos e objetivos.
– Incluí subtítulos apenas após 150 palavras, conforme orientado.
– Preservei todas as citações entre aspas sem alterações.
– O lead apresenta os dados principais de forma clara e direta.

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