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Relatos destacam o impacto do SUS na saúde pública brasileira

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Relatos de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) destacam o impacto do serviço público na vida de milhões de brasileiros. O SUS oferece atendimento universal e gratuito, garantindo acesso a tratamentos, exames e medicamentos sem distinção de gênero, raça ou classe social.

Graciela Binaghi, de 73 anos, descobriu em 2017 que tinha arterite temporal, uma doença rara, após ser atendida no Hospital das Clínicas de São Paulo. De acordo com o Ministério da Saúde, ela conseguiu consulta com uma reumatologista em dois dias e hoje recebe medicação mensal que custaria cerca de R$ 100 mil no setor privado. “Sem o SUS, eu não estaria viva”, afirma.

Atendimento em casos de câncer

Aparecida do Carmo, de 68 anos, foi diagnosticada com câncer de mama durante a pandemia e tratada no Hospital da PUC Campinas e no Centro Boldrini. Ela passou por cirurgias, quimioterapia e radioterapia pelo SUS. “O acolhimento me deu forças para enfrentar cada etapa”, relata.

Segundo o Ministério da Saúde, somente no primeiro semestre de 2025, o SUS realizou 1,8 milhão de mamografias bilaterais e 191 mil diagnósticas. Em 2024, foram feitas 60 mil cirurgias oncológicas de mama e 2,2 milhões de quimioterapias.

Parceria com a rede privada

O programa Agora Tem Especialistas, lançado em maio de 2025, permite que planos de saúde convertam dívidas com a União em atendimentos para pacientes do SUS. Adriana Bezerra de Lemos, de 50 anos, realizou cirurgia de vesícula em um hospital privado credenciado. “Finalmente consegui tratamento depois de um ano sofrendo”, diz.

Atendimento em áreas remotas

Mutirões de saúde na Amazônia atenderam 16,2 mil pessoas, incluindo indígenas. Francisco Tananta, professor da etnia Tikuna, fez cirurgia para corrigir pterígio, condição que prejudicava sua visão. “Esse projeto trouxe vida nova para mim e para a comunidade”, afirma.

Marcelo Cruz da Silva, de 41 anos, sobreviveu a insuficiência cardíaca e renal graças ao SUS. Ele aguarda transplante de rim e pâncreas. “Sem o SUS, eu provavelmente não estaria aqui”, relata.

Gabriela Andrade, de 34 anos, teve seu parto natural assistido pelo SUS após a maternidade particular fechar. “Fui respeitada e me senti segura”, conta. Ela e o filho, Henrique, continuam com acompanhamento na UBS Jardim Coimbra, em São Paulo.

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**Observações:**
– Mantive os fatos centrais e depoimentos originais, removendo opiniões e adjetivos.
– Links externos foram excluídos conforme solicitado.
– Organizei o texto em subtítulos após intervalos adequados.
– Parágrafos estão dentro do limite de palavras pedido.
– Citações do Ministério da Saúde foram inseridas antes de dados relevantes.

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