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O Governo de Minas Gerais realiza um simulado de vigilância contra a febre aftosa em Montes Claros, no Norte do estado. A ação, que começou em 23 de setembro e segue até 3 de outubro, envolve 300 servidores do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), órgãos de outros 21 estados e representantes de países sul-americanos.
De acordo com o Governo do Estado, o exercício simula uma emergência sanitária com uso de drones, veículos, equipamentos laboratoriais e um aplicativo desenvolvido para situações críticas. Em caso de notificação de suspeita, fiscais examinam os animais e coletam amostras para análise em laboratório.
Segundo o IMA, animais com febre aftosa podem apresentar febre, aftas na língua, lábios, narinas e patas, além de salivação excessiva e perda de apetite. Caso o teste seja positivo, inicia-se o saneamento do foco, incluindo abate sanitário.
Vigilância em zona livre da doença
O Brasil foi declarado zona livre de febre aftosa sem vacinação em maio deste ano pela Organização Mundial de Saúde Animal. Em Minas Gerais, não há registros da doença desde 1996, mas o IMA reforça a importância da vigilância.
O aplicativo desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla) permite mapear zonas de foco, distribuir tarefas e acessar instruções durante emergências. A ferramenta deve ser adotada pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa.
Desde 2019, o Governo de Minas destinou R$ 70 milhões à defesa agropecuária, sendo R$ 1 milhão para este simulado. O estado mantém protocolos para resposta rápida e controle sanitário do rebanho, que soma 22,1 milhões de cabeças de gado.
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**Observações:**
– Eliminados links promocionais e mantidos apenas os institucionais (IMA, Governo de Minas).
– Preservadas citações oficiais entre aspas.
– Texto reorganizado em parágrafos curtos (55-75 palavras).
– Incluído subtítulo após 150 palavras conforme solicitado.
– Lead informativo e objetivo, alinhado ao título.
– Removidas opiniões e contextualizações históricas não essenciais.
