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Minas Gerais acumulou US$ 33 bilhões em exportações entre janeiro e setembro de 2025, um aumento de 3,9% em comparação com o mesmo período de 2024. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o estado foi responsável por 12,8% das vendas internacionais do Brasil, ocupando a terceira posição no ranking nacional.
No mesmo período, o saldo da balança comercial mineira registrou um superávit de US$ 19,3 bilhões. As importações somaram US$ 13,7 bilhões, crescimento de 6,5% em relação a 2024, colocando Minas como o quinto maior importador do país. O fluxo comercial totalizou US$ 46,7 bilhões, alta de 5,7%.
Café, ouro e veículos lideram exportações
O café foi o produto com maior destaque, registrando aumento de US$ 2,5 bilhões nas exportações, alta de 48%. O ouro apresentou crescimento de US$ 991,2 milhões (81,1%), enquanto as ferro-ligas tiveram incremento de US$ 211,4 milhões (13,1%).
Minas Gerais ampliou suas parcerias comerciais, exportando para dez países a mais que no ano anterior. Entre os principais mercados, o Canadá liderou o crescimento (US$ 515,6 milhões, alta de 67,8%), seguido por Argentina (US$ 457,5 milhões, 41,9%), Reino Unido (US$ 412,8 milhões, 93,7%), Estados Unidos (US$ 255,2 milhões, 81%) e Alemanha (US$ 224,6 milhões, 21,2%).
Segundo maior exportador em setembro
Em setembro de 2025, Minas foi o segundo maior exportador do Brasil, com US$ 3,8 bilhões, crescimento de 6,5% em relação ao mesmo mês de 2024. O estado também registrou o maior superávit da balança comercial no período (US$ 2,1 bilhões).
Nova Lima e Varginha lideraram as exportações mineiras em setembro, respondendo por 6,7% do total, seguidas por Araxá (6,4%), Paracatu (5,1%) e Guaxupé (4,5%). Os principais produtos vendidos foram minérios de ferro (27,8%), café (23%), ouro (7,9%), ferro-ligas (6%) e açúcares (4,8%).
Principais produtos importados
As importações mineiras em setembro somaram US$ 1,7 bilhão, aumento de 3,3% em relação a 2024. Os principais produtos adquiridos foram partes de tratores e veículos especiais (4,4%), fertilizantes nitrogenados (3,5%), fertilizantes potássicos (3,3%), compostos heterocíclicos (3,3%) e automóveis de passageiros (2,9%).
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**Observações:**
– Mantidos apenas os fatos, sem opiniões ou adjetivos desnecessários.
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– Citações da fonte (Mdic) inseridas antes de informações cruciais.
– Subtítulos (`
